O candidato a deputado distrital pelo Republicanos DF, Delegado Fernando Fernandes, destacou sua atuação na criação da Lei do Sinal Vermelho, iniciativa que se tornou referência nacional no enfrentamento à violência contra a mulher.
Segundo Fernando Fernandes, a ideia surgiu durante a pandemia da Covid-19, período em que os casos de violência doméstica registraram aumento significativo em todo o país. O então deputado conta que, ao participar de uma palestra sobre violência doméstica, ouviu de uma participante a sugestão de criar um mecanismo simples para que mulheres pudessem pedir socorro de forma discreta.
“Aquela sugestão acendeu um sinal. Percebemos que toda mulher, em algum momento, vai à farmácia, ao mercado ou à padaria. Precisávamos criar uma forma silenciosa de pedir ajuda”, relembrou.
A partir dessa proposta, Fernando articulou a construção do projeto em parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP). A iniciativa resultou na criação do Sinal Vermelho, que orienta mulheres em situação de violência a desenharem um “X”, preferencialmente na palma da mão, para alertar discretamente comerciantes e profissionais capacitados, acionando a rede de proteção.
Fernando ressalta que a medida nasceu do compromisso de encontrar alternativas concretas para proteger mulheres em situação de vulnerabilidade. “Um simples ‘X’ na mão pode representar o início de uma rede de apoio capaz de salvar vidas.”
A Lei do Sinal Vermelho ganhou reconhecimento nacional e passou a integrar as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica, fortalecendo os mecanismos de denúncia e acolhimento às vítimas.
Como pré-candidato do Republicanos ao Distrito Federal, Fernando Fernandes afirma que continuará defendendo políticas públicas voltadas à segurança, à proteção das mulheres e ao combate à violência doméstica, pautas que marcaram sua atuação na vida pública e na segurança pública.


.png)