As feiras livres do Distrito Federal, consideradas patrimônio cultural, econômico e social das cidades, voltaram ao centro das discussões políticas após a pré-candidata Angélica Caraíba apresentar apoio aos feirantes e defender mudanças na administração e manutenção dos espaços públicos destinados às feiras em todo o DF.
Durante visitas realizadas em diversas feiras do Distrito Federal, Angélica Caraíba afirmou ter ouvido relatos frequentes de abandono estrutural, dificuldades de conservação dos espaços e reclamações de feirantes e consumidores sobre a falta de investimentos públicos.
Segundo a pré-candidata, a proposta em estudo prevê a construção futura de um Projeto de Lei (PL) voltado para fortalecer as feiras livres, garantir melhor manutenção dos imóveis públicos e ampliar a participação do Governo do Distrito Federal na preservação desses espaços.
De acordo com a proposta apresentada, as feiras poderiam passar a ser administradas diretamente pelas Administrações Regionais de cada cidade, permitindo maior fiscalização, conservação e agilidade nos serviços de manutenção.
Nesse modelo, as associações de feirantes continuariam exercendo papel importante, mas com foco principal na representação coletiva dos trabalhadores junto ao poder público e à iniciativa privada.
Angélica Caraíba destacou que a iniciativa surgiu após diversas caminhadas e conversas com comerciantes em várias regiões administrativas do DF.
Em declaração, a pré-candidata afirmou:
“Nas minhas caminhadas pelas feiras do Distrito Federal comecei a observar o abandono dos imóveis em relação às reformas e conservações. Segundo informações e reclamações dos feirantes e também da clientela, resolvi ouvir cada trabalhador para juntos construirmos uma pauta de reivindicações. A intenção é elaborar futuramente um Projeto de Lei e, juntamente com o Executivo local, criar uma força-tarefa para tomar providências em defesa das feiras e dos feirantes.”
As feiras livres desempenham papel fundamental na economia popular do Distrito Federal, movimentando pequenos empreendedores, produtores rurais, comerciantes locais e milhares de famílias que dependem diretamente da atividade para geração de renda.
Além da importância econômica, os espaços também são reconhecidos como pontos tradicionais de convivência comunitária, gastronomia regional e fortalecimento da cultura popular brasiliense.
A proposta defendida por Angélica Caraíba também levanta discussões sobre modernização administrativa, revitalização de estruturas físicas, melhoria da segurança, acessibilidade e valorização dos trabalhadores que atuam diariamente nas feiras do DF.
Nos bastidores políticos, o tema já começa a ganhar repercussão entre lideranças comunitárias e representantes do setor, que defendem maior atenção do poder público para garantir dignidade, organização e melhores condições de trabalho aos feirantes de todas as regiões administrativas do Distrito Federal.
Tags
# isso é BRASÍLIA




.png)